
Liturgia: “Desavisados pensam que discutir a corrupção da natureza humana é um vício dos poetas e teólogos antigos. Não. É a mais pura reflexão histórica acerca da humanidade”.Pondé
Parar de falar
Precisamos parar de falar em Bolsonaro; mas isso tem sido impossível; culpa de quem? Dos próprios bolsonaristas, que continuam a falar de Jair, o Mito que brochou e virou americano ‘doutor honoris causa maléficas — digo ódio que ele tanto disseminou no Brasil’. A política precisa ter outro foco; o foco agora é cobrar Lula e todos os deputados e políticos eleitos para mais 4 anos, porque mesmo sendo cobrados, eles neste momento só estão ocupados e preocupados com o ‘deles’.
Parar de falar também é
Parar de falar é também parar de falar besteiras; pessoas inteligentes falam o sensato; alguns iconoclastas bolsonaristas já inventaram que Lula criou o ‘bolsa-travesti’, e pior, eles acreditam no que falam. Outros já rugem que não tomarão uma nova vacina , a chamada ‘bivalente’ que combate variantes da covid, porque foi Lula quem comprou; eles não sabem que foi o Ministério da Saúde de Bolsonaro quem fez as primeiras compras; desse jeito, até Jesus Cristo vai se recusar a ressuscitar mais uma vez, sic...
2019
O jornalista Rui Goiaba foi assertivo. Nas eleições de 2019, os brasileiros elegeram centenas de novos deputados, que nada fizeram, e que não passam sequer num ‘mata-burro’ descentemente — ficou conhecida como ‘nova política’; o que não se concretizou.
Lula erra
Lula quer investir no gasoduto na Argentina. Parece que oo Brasil é um cão correndo atras do próprio rabo. Lula tem que parar com essa visão esquerdopata errônea; Temos que ter parcerias e não investir dinheiro nosso no deles.
Pacheco e Lira
O senador Rodrigo Pacheco e o deputado Artur Lira são os piores cafajestes da política legislativa atual; querem se manter no poder, porque sabem que se perderem a direção das Casas Políticas cairão no ostracismo; assim verão outro chupando o sangue para sua turma; política é assim, quem manda sangra os demais a favor de sua trupe; o Brasil não pode continuar um sistema presidencialista mentiroso, onde quem manda mesmo é o Congresso. Lula já foi sangrado para poder começar a governar; Bolsonaro que é ainda mais ruim e ficou 27 anos com apenas dois projetos aprovados em sua carreira também foi sangrado.
Milico
Alimentada nos últimos quatro anos pela presença de milhares de militares, inclusive da ativa, em cargos no governo Bolsonaro, a politização da caserna afetou a relação entre o presidente Lula e o Exército, com direito a troca de comando em meio a suspeitas de leniência na contenção dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O engajamento de parte das Forças Armadas também pode ser constatado nas redes sociais, onde manifestações político-partidárias, algumas de viés golpista, tornaram-se frequentes, a despeito da proibição explícita em lei, e nem sempre reprimidas.
Reforma do STF
Tudo indica que nos próximos meses o Senado votará projetos que mexem com o Supremo Tribunal Federal. No bufê há de tudo, mas um projeto que estabeleça mandatos para os ministros tem boas chances de ser aprovado.Fala-se em oito anos ou sete anos. Numa flecha envenenada, o mandato teria oito ou sete anos, renováveis, por mais oito ou sete. Assim, os ministros ficariam prisioneiros dos deputados e senadores.
Bolsonaro numa sinuca
Se o TSE tornar Bolsonaro inelegível, virará fumaça seu projeto de disputar a prefeitura do Rio. Para manter viva a marca política da família, a solução seria lançar o nome de seu filho Flávio, senador pelo Rio de Janeiro.
Valdemar
Com espantosa naturalidade e incrível ligeireza, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse ao jornal O Globo que a articulação de um golpe de Estado – nada menos – foi tema de conversas corriqueiras em Brasília após a eleição do presidente Lula da Silva. Conhecendo Valdemar como o Brasil bem conhece, é difícil saber o que está por trás dessa declaração tão irresponsável. Mas isso não importa. O que interessa é que o líder do maior partido político do Brasil tratou uma suposta conspiração contra a soberania da vontade popular como algo banal, quase inconsequente. É como se o sr. Valdemar estivesse tratando de propostas para mudar o nome de uma avenida. Um dos piores e mais grotescos políticos que o Brasil já conhece; alguns milhões já se esqueceram.
Pitacos políticos
Na casa de tolos, os que conseguem olhar de esguelha, se saem muito melhor.